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Retroarch

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de RetroArch)
RetroArch
DesenvolvedorThe Libretro Team
Lançamento inicial26 de maio de 2010 (15 anos)
Lançamento estável
1.21.0 / 1 de maio de 2025; há 11 meses
Repositório
Sistema
operacional
Linux, Android, iOS, FreeBSD, macOS, Windows 95 e posteriores, Xbox (console), Xbox One, Xbox Series X/S, Nintendo Switch, Nintendo 3DS, Nintendo 2DS, Nintendo GameCube, Nintendo Wii, Nintendo Wii U, PlayStation 1, 2, 3, 4 e Vita, PSP, Steam Deck, tvOS
PlataformaIA-32 (x86), x86-64 (x64), ARMv7, AArch64, PowerPC, MIPS, Cell
Disponível emMultilíngue
TipoFrontend para emuladores
LicençaGPL v3
Websitewww.retroarch.com

RetroArch é um software de frontend gratuito, de código aberto e multiplataforma para emuladores, motores de jogos, jogos eletrônicos e outras aplicações.[1] É a implementação de referência da API Libretro,[2] projetado para ser rápido, leve, portátil e sem dependências externas. É licenciado sob a GNU GPLv3 e registrado como marca comercial nos Estados Unidos e na União Europeia.[3]

O RetroArch executa programas convertidos em bibliotecas dinâmicas denominadas libretro cores, utilizando diversas interfaces de usuário — desde linha de comando até interfaces gráficas otimizadas para gamepads — além de drivers de entrada, áudio e vídeo, e recursos avançados como controle dinâmico de taxa, filtros de áudio, shaders multipassagem, netplay, rebobinamento de gameplay e cheats.[4] O sistema foi portado para diversas plataformas, podendo ser executado em computadores pessoais, consoles domésticos e portáteis, smartphones, computadores de placa única e navegadores web.[5]

História

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Formalmente conhecido como SSNES (Super SNES), o projeto tem sua origem em torno de 2010, quando o programador Near — autor do emulador de Super Nintendo bsnes — tentava verificar se seu emulador conseguiria rodar de forma aceitável no PlayStation 3. Foi nessa tentativa que Hans-Kristian "Themaister" Arntzen conheceu Daniel De Matteis "Twinaphex", futuros líderes do projeto Libretro.[6] A experiência revelou a Twinaphex o potencial da biblioteca libsnes — criada por Near para desacoplar o código de backend do bsnes das complexidades do desenvolvimento de interfaces — como camada de abstração de emulação portátil entre plataformas.[6]

Com base no libsnes, Themaister realizou o primeiro commit do SSNES no GitHub em 2010, idealizando-o como substituto da interface baseada em Qt do bsnes.[7] O projeto rapidamente passou a suportar núcleos de outros sistemas além do Super Nintendo. A divergência entre Near — cujo perfeccionismo entrava frequentemente em conflito com quem considerava determinadas soluções "boas o suficiente" — e a equipe em formação resultou na substituição do libsnes pelo libretro como API de referência do projeto, sob liderança de Twinaphex.[6] Com o nome SSNES tornado inadequado para um frontend multi-sistema, em 21 de abril de 2012 foi realizado o commit 9ab51ad que substituiu todas as referências ao nome antigo, e o projeto adotou oficialmente o nome RetroArch.[8]

A versão 1.0.0.0 foi lançada em 11 de janeiro de 2014, disponível para sete plataformas: OS X, Android, iOS, PlayStation 3, Xbox 360, Wii e GameCube.[9]

Em 16 de fevereiro de 2016, o RetroArch tornou-se uma das primeiras aplicações a implementar suporte à API gráfica Vulkan, fazendo-o no mesmo dia do lançamento oficial da API.[10]

Em 27 de novembro de 2016, a Libretro Team anunciou que o RetroArch e o Lakka — sistema operacional baseado em LibreELEC — passariam a ter financiamento via Patreon, para recompensar desenvolvedores que corrigissem erros e cobrir custos de servidores de matchmaking.[11] Em dezembro de 2016, a empresa GoGames — contratada pela Sega — aproximou-se dos desenvolvedores com a intenção de usar o software no projeto SEGA Forever, mas a cooperação não se concretizou por divergências de licenciamento.[12]

Em abril de 2018, foi introduzido o recurso de compensação de lag de entrada Run-Ahead, estreado na versão 1.7.2.[13]

Em agosto de 2020, um agente malicioso se passou por membro da equipe e obteve acesso ao servidor buildbot e à conta do GitHub da organização Libretro, causando vandalismo e limpeza de servidores.[14] Em novembro de 2020, o RetroArch em conjunto com um núcleo PCSX2 Libretro permitiu que o Xbox Series X e Series S emulassem o PlayStation 2, algo que o próprio PlayStation 5 da Sony não conseguia fazer naquele momento.[15] Em 2020, o núcleo paraLLel para Nintendo 64 passou a usar a GPU para executar jogos de Nintendo 64 em velocidade plena, com gráficos em resolução aumentada e precisão do renderer de baixo nível Angrylion.[16]

Em 14 de setembro de 2021, o RetroArch foi lançado na Steam gratuitamente, tornando-se o maior lançamento dedicado à emulação na plataforma até então.[17]

Em janeiro de 2022, a versão 1.10.0 trouxe melhorias significativas para Linux: suporte ao GameMode, aprimoramentos no backend Wayland, relay de netplay online e suporte experimental a HDR.[18] Em março de 2022, uma atualização voltada ao Steam Deck introduziu a instalação de núcleos diretamente dentro do RetroArch por meio de uma ponte com a API SteamWorks via ferramenta Mist, eliminando a necessidade de baixar DLCs manualmente pelo navegador, além de integrar o teclado nativo do Steam Deck.[19] o RetroArch foi disponibilizado na Steam para Mac com suporte completo à API gráfica Vulkan via camada de abstração MoltenVK, permitindo que Macs com Apple Silicon (M1 e M2) executassem núcleos exigentes como paraLLel RDP para Nintendo 64 e SwanStation em alta resolução.[20] Em 15 de maio de 2024, o RetroArch retornou oficialmente à App Store após três anos de ausência, disponível para iPhone, iPad, tvOS e visionOS.[21]

RetroArch Open Hardware

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Em fevereiro de 2021, a equipe Libretro anunciou o projeto RetroArch Open Hardware, um adaptador de cartuchos de código aberto que permite ao usuário conectar cartuchos físicos a qualquer dispositivo via cabo USB-C, com integração direta ao RetroArch.[22] O protótipo inicial visava cartuchos de Nintendo 64, mapeando o conteúdo do cartucho como volume de armazenamento em massa (EEPROM, Flash, ROM e SRAM como arquivos separados), com velocidade de transferência de aproximadamente 4,5 MB/s.[22] Em janeiro de 2022, a equipe anunciou parceria com um fabricante de hardware para um lançamento comercial modular — mantendo também a rota DIY gratuita —, com produção prevista para meados de 2022 e lançamento ao final do mesmo ano.[23]

O RetroArch oferece um conjunto de recursos avançados, muitos dos quais tornaram-se referência na área de emulação:[4]

  • Suporte avançado a shaders de GPU — pipeline multipassagem para escalonamento de imagem, emulação de monitores CRT e outros efeitos, com suporte aos formatos GLSL e Slang
  • Controle dinâmico de taxa de atualização — sincroniza vídeo e áudio evitando estouro ou subestouro do buffer
  • Gravação de vídeo com FFmpeg — suporte a gravação sem perdas via libavcodec
  • Run-Ahead — recurso introduzido em 2018 que executa múltiplas instâncias de um núcleo simultaneamente para eliminar o lag de entrada intrínseco ao hardware original, podendo atingir latência inferior à do hardware real[13]
  • Jogo em rede Peer-to-peer com rollback similar ao GGPO
  • Camada de abstração para gamepads denominada RetroPad, com configuração automática
  • Rebobinamento de gameplay quadro a quadro
  • Sobreposição de botões para telas touchscreen
  • Scanner de ROMs que constrói listas automaticamente comparando hashes de arquivos com banco de dados de cópias verificadas
  • Múltiplas interfaces: CLI, XMB (para gamepads), GLUI/MaterialUI (para telas touch), RGUI e Ozone (disponível em todas as plataformas)
  • Serviço de tradução por IA com reconhecimento óptico de caracteres (OCR), permitindo tradução em tempo real de jogos
  • Integração com o serviço RetroAchievements para conquistas e distintivos

Kyle Orland, da revista Ars Technica, descreveu o recurso Run-Ahead como provavelmente a maior melhoria já proporcionada à experiência da comunidade de jogos retrô.[24]

Sistemas suportados

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O RetroArch pode executar qualquer núcleo Libretro. A disponibilidade de um núcleo específico pode variar por plataforma.

Sistema Baseado em
3DO 4DO
Arcade MAME · FB Neo
Amstrad CPC Caprice32 · CrocoDS
Atari 2600 Stella
Atari 5200 Atari800
Atari 7800 ProSystem
Atari Jaguar Virtual Jaguar
Atari Lynx Mednafen · Handy
ColecoVision blueMSX
Commodore 64 VICE
Dreamcast Flycast
Famicom Disk System Nestopia · higan
Game Boy / Color Gambatte · SameBoy · higan
Game Boy Advance mGBA · gpSP · VisualBoyAdvance
GameCube Dolphin
Game Gear Genesis Plus GX
MSX fMSX · blueMSX
Neo Geo Pocket / Color Mednafen
Nintendo 64 Mupen64Plus · paraLLel
NES / Famicom higan · FCEUmm · Nestopia · Mesen
Nintendo DS DeSmuME · melonDS
Nintendo 3DS Citra
32X PicoDrive
Mega Drive / Genesis Genesis Plus GX · PicoDrive
Master System Genesis Plus GX · PicoDrive
PlayStation Portable PPSSPP
PlayStation Mednafen · PCSX ReARMed · DuckStation · SwanStation
PlayStation 2 LRPS2 (PCSX2)
Sega Saturn Mednafen
Super NES / SFC bsnes · higan · Snes9x · Mesen-S
TurboGrafx-16 Mednafen
Virtual Boy Mednafen
Wii Dolphin
WonderSwan Mednafen
ZX Spectrum Fuse

Projetos derivados

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Lakka é um sistema operacional de código aberto baseado em Linux, desenvolvido pela equipe Libretro, que transforma qualquer computador ou computador de placa única num console de videogame dedicado à emulação. Construído sobre o sistema LibreELEC, o Lakka utiliza o RetroArch como única interface, eliminando a necessidade de um sistema operacional de uso geral e proporcionando uma experiência otimizada para televisores e controles.[25]

O Lakka é compatível com mais de 40 plataformas de hardware, com suporte prioritário para computadores pessoais genéricos e computadores de placa única como o Raspberry Pi e o ODROID. Para gerenciar a crescente variedade de hardware suportado, a equipe adotou um sistema de tiers — plataformas de maior popularidade recebem atualizações mais frequentes, enquanto hardware descontinuado ou sem mantenedor ativo recebe suporte reduzido.[26] Uma diferença histórica em relação ao RetroArch padrão era o acesso aos drivers de GPU nativos do Linux, que permitiam aceleração gráfica e recompilador dinâmico de 32 bits para Nintendo 64 — vantagens que foram posteriormente incorporadas ao RetroArch convencional.[5]

Financiamento

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O desenvolvimento do RetroArch, Libretro e Lakka é financiado em parte por meio da plataforma Patreon, onde a equipe Libretro conta com mais de 1.300 apoiadores mensais.[11] O modelo de financiamento permite que desenvolvedores sejam recompensados por corrigir bugs específicos e cobre os custos de infraestrutura, incluindo os servidores de matchmaking para netplay e o buildbot de distribuição de núcleos.

Caso Hyperkin RetroN 5 (2014)

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Em setembro de 2014, Daniel De Matteis denunciou publicamente que o console retro Hyperkin RetroN 5 utilizava código do RetroArch e de múltiplos núcleos Libretro em seu firmware sem a devida atribuição, sem liberação do código modificado e violando cláusulas específicas das licenças envolvidas.[27] Os núcleos identificados no dispositivo incluíam Genesis Plus GX e SNES9x Next — ambos sob licenças que proibiam uso comercial sem permissão prévia —, além de FCEUmm e VBA Next sob GPL v2, e código do RetroArch sob GPL v3.[27] O uso do código GPL v3 em um dispositivo com restrições de hardware que impediam a modificação pelo usuário final configurava violação específica da cláusula anti-Tivoização da GPL v3.[27]

A Hyperkin inicialmente negou as alegações, mas após a divulgação de evidências — incluindo trechos de código Assembly NEON identificáveis como provenientes do RetroArch — admitiu o uso não autorizado e publicou um dump parcial do código-fonte.[28] A equipe Libretro considerou a resposta insuficiente, apontando que o código do frontend proprietário do RetroN 5 — que utilizava código GPL v3 do RetroArch — não foi disponibilizado, e que os núcleos sob licença não comercial continuavam sendo distribuídos com o produto.[29] De Matteis anunciou ter contatado a Free Software Foundation para tratar das violações não resolvidas. O caso permanece sem resolução definitiva documentada.[29]

Bloqueio na Microsoft Store (2023)

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Em abril de 2023, a Microsoft bloqueou o RetroArch — que era distribuído como núcleo Libretro sob GPL v3 — teve sua licença alterada pelo desenvolvedor Connor McLaughlin para Creative Commons BY-NC-ND 4.0, tornando-o legalmente incompatível com os critérios de software livre e impedindo sua redistribuição como núcleo no ecossistema RetroArch.[30] Em resposta, a equipe Libretro criou o SwanStation, uma bifurcação do DuckStation baseada no último commit sob GPL v3, anterior à mudança de licença, garantindo a continuidade da emulação de PlayStation 1 no RetroArch sob licença livre.[30] O episódio aprofundou o debate sobre os riscos de dependência de projetos externos ao ecossistema Libretro que não adotam licenças compatíveis com software livre.

Em abril de 2023, a Microsoft bloqueou o RetroArch e outros emuladores do modo varejo (Retail Mode) dos consoles Xbox Series X e Series S, invocando a cláusula 10.13.10 de sua política de loja, que proíbe produtos que emulam sistemas de jogos.[31] O bloqueio encerrou a possibilidade de uso do RetroArch com acesso total ao hardware do console — recurso que havia atraído atenção por permitir emulação de PlayStation 2, GameCube e Nintendo 64 com desempenho superior ao de outras plataformas.[32] Em julho de 2023, a Microsoft passou a emitir suspensões de 15 dias a usuários que continuavam utilizando emuladores no modo varejo.[33] O RetroArch permanece disponível para Xbox por meio do modo desenvolvedor (Dev Mode), que exige inscrição paga e registro como parceiro oficial da Microsoft.

Mudança de licença do DuckStation e criação do SwanStation (2024)

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Em setembro de 2024, o emulador DuckStation — que era distribuído como núcleo Libretro sob GPL v3 — teve sua licença alterada pelo desenvolvedor Connor McLaughlin para Creative Commons BY-NC-ND 4.0, tornando-o legalmente incompatível com os critérios de software livre e impedindo sua redistribuição como núcleo no ecossistema RetroArch.[30] Em resposta, a equipe Libretro criou o SwanStation, uma bifurcação do DuckStation baseada no último commit sob GPL v3, anterior à mudança de licença, garantindo a continuidade da emulação de PlayStation 1 no RetroArch sob licença livre.[30] O episódio aprofundou o debate sobre os riscos de dependência de projetos externos ao ecossistema Libretro que não adotam licenças compatíveis com software livre.

O RetroArch foi elogiado pelo número de sistemas e jogos que pode executar em uma única interface.[34] Na Steam, acumula mais de 9.000 avaliações de usuários com 88% de aprovação, e o repositório no GitHub conta com 12.100 estrelas e 2.000 bifurcações.[3] No Android, foi elogiado pela capacidade de personalização das sobreposições, pela compatibilidade com diversos periféricos USB e Bluetooth, e por ser gratuito e sem anúncios.[35] Em contrapartida, recebeu críticas pela dificuldade de configuração decorrente do grande número de opções disponíveis.[34]

Ver também

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Referências

  1. «libretro/RetroArch». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  2. «Home – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  3. 1 2 «RetroArch – Steam». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  4. 1 2 «RetroArch». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  5. 1 2 «Lakka documentation – Hardware support». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  6. 1 2 3 «Obituary – Near – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  7. «SSNES · libretro/RetroArch@eed8e2b». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  8. «SSNES ⇒ RetroArch · libretro/RetroArch@9ab51ad». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  9. «RetroArch v1.0.0.0 release information – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  10. «Day 1 Vulkan support – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  11. 1 2 «We are now on Patreon! – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026 Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "patreon" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  12. «Sega releases classic games on mobile, for free, but at what cost?». Eurogamer. 21 de junho de 2017. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  13. 1 2 «RetroArch 1.7.2 – Achieving better latency than original hardware through new runahead method». Libretro via Medium. 1 de abril de 2018. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  14. «Hacker vandalised our buildbot and Github organization – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  15. «Enterprising developers are emulating PS2 games on the Xbox Series S and X». The Verge. 30 de novembro de 2020. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  16. «paraLLEl-N64 libretro – low level Nintendo 64 emulation update – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  17. «RetroArch will be Steam's biggest emulation launch yet». Ars Technica. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  18. «RetroArch 1.10.0 out with Vulkan fixes, Wayland improvements, GameMode support». GamingOnLinux. 24 de janeiro de 2022. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  19. «RetroArch gets big Steam Deck improvements». GamingOnLinux. 30 de março de 2022. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  20. «RetroArch 1.15.0 release – Libretro». 20 de março de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  21. «RetroArch is now available on the Apple App Store – Libretro». 15 de maio de 2024. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  22. 1 2 «Introducing the RetroArch Open Hardware project – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  23. «RetroArch aims to let you play real Nintendo 64 cartridges on PC emulators this year». PCGamesN. 12 de janeiro de 2022. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  24. «Better than reality: New emulation tech lags less than original consoles». Ars Technica. 19 de abril de 2018. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  25. «Lakka – The DIY open source retrogaming emulation console». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  26. «Lakka 2.3.2 with RetroArch 1.8.4». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  27. 1 2 3 «RetroArch, Libretro core license violations by Hyperkin's Retron5 – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  28. «Hyperkin responds to accusations of infringing on the rights of emulator creators». Nintendo Life. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  29. 1 2 «Hyperkin's Retron5 – continuing licensing problems – Libretro». Consultado em 17 de janeiro de 2026
  30. 1 2 3 4 «PlayStation 1 emulator DuckStation changes license for no commercial use and no derivatives». GamingOnLinux. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  31. «Microsoft blocks access to retail mode emulators on Xbox Series X». Pure Xbox. 7 de abril de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2026 Texto "S " ignorado (ajuda)
  32. «Microsoft cracks down on emulators on Xbox Series X, removes RetroArch app». TweakTown. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  33. «Xbox has reportedly started suspending players who run emulators in retail mode». Video Games Chronicle. 28 de julho de 2023. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  34. 1 2 «Eight Advanced RetroArch Features that Make Retro Gaming Great Again». How-To Geek. Consultado em 17 de janeiro de 2026
  35. «RetroArch Emulates Nearly Every Classic Gaming Console on Android». Lifehacker. Consultado em 17 de janeiro de 2026

Ligações externas

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